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BUSCAS EM BACABAL

Crianças desaparecidas: força-tarefa diminui após 20 dias

Investigação policial concentra esforços em Bacabal, no Maranhão, e mantém foco no caso dos irmãos Ágata Isabelle e Allan Michael

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Imagem ilustrativa da notícia Crianças desaparecidas: força-tarefa diminui após 20 dias camera Equipes redirecionam buscas por crianças quilombolas desaparecidas há três semanas no Maranhão | Reprodução/Arquivo pessoal

O tempo, quando se arrasta em meio à angústia, transforma dias em eternidades para famílias que convivem com a incerteza. Em comunidades onde a infância costuma correr livre entre quintais, rios e matas, o silêncio deixado por uma ausência pesa ainda mais. É nesse cenário que o desaparecimento de duas crianças quilombolas segue mobilizando autoridades e moradores no interior do Maranhão.

Após 20 dias sem notícias de Ágata Isabelle, de 4 anos, e Allan Michael, de 6, as buscas entram agora em uma nova etapa. A Secretaria de Segurança Pública do Maranhão anunciou a redução da força-tarefa ostensiva, com o redirecionamento das ações para uma investigação policial mais concentrada e estratégica, segundo explicou o secretário Maurício Martin.

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As crianças desapareceram no dia 4 de janeiro, no povoado Santa Rosa, zona rural de Bacabal, município situado a cerca de 240 quilômetros de São Luís. Elas estavam acompanhadas do primo Anderson Kauã, de 8 anos, que também sumiu, mas foi localizado três dias depois, no dia 7, às margens de uma estrada próxima ao rio Mearim.

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NOVA FASE DA INVESTIGAÇÃO

De acordo com Maurício Martin, a Polícia Civil segue tratando o caso com rigor. "Entramos em uma nova fase da investigação, com estratégias mais específicas, sem descartar nenhuma hipótese”, afirmou o secretário durante coletiva de imprensa realizada na quinta-feira (22).

Ao longo das últimas semanas, a área de mata da região foi intensamente vasculhada por equipes do Corpo de Bombeiros, com o auxílio de cães farejadores, aeronaves, drones com sensores térmicos e centenas de profissionais. As buscas também se estenderam ao rio Mearim, onde foram percorridos 19 quilômetros em operações aquáticas e subaquáticas, incluindo cinco quilômetros com o uso de side scan sonar, tecnologia empregada pela Marinha.

SEM INDÍCIOS DE VIOLÊNCIA SEXUAL

Familiares relatam que Ágata e Allan saíram para brincar na mata do quilombo São Sebastião dos Pretos, onde vivem, e não retornaram para casa. Anderson, encontrado dias depois, estava debilitado e sem roupas, mas exames descartaram qualquer indício de violência sexual.

Mesmo com a mudança de estratégia, as autoridades reforçam que o caso segue como prioridade. Além dos recursos tecnológicos, a colaboração da comunidade local continua sendo considerada fundamental para o avanço das investigações e para manter viva a esperança de respostas sobre o paradeiro das crianças.

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