A influenciadora Evelyn Lima Dantas foi morta a tiros na madrugada desta quarta-feira (16/09), no município de Mãe do Rio, no Pará. Ela havia deixado a prisão provisória poucos dias antes, depois de ser presa por suspeita de envolvimento na morte de um sargento da Polícia Militar da reserva, no mesmo município.
Segundo informações repassadas pela Polícia Militar, uma guarnição foi acionada por volta das 3h57 após moradores relatarem diversos disparos de arma de fogo nas proximidades de uma Unidade Básica de Saúde (UBS).
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Os policiais foram até o local, onde encontraram a vítima já morta na calçada de uma residência, coberta por um lençol. De acordo com o relato feito aos policiais, ela estava dentro de casa e teria sido surpreendida por dois homens.
Ainda de acordo com as informações repassadas aos agentes, por volta das 3h30, os suspeitos invadiram a residência, o renderam e arrastaram Evelyn para a parte da frente do imóvel. Na sequência, segundo o relato, os criminosos efetuaram vários disparos contra a vítima.
Conforme o testemunho, os homens fugiram em um carro. Antes de deixar o local, os suspeitos teriam pichado uma sigla envolvendo uma facção criminosa.
Quando a PM chegou, o pai da vítima estava lavando a área onde o crime aconteceu. Os policiais interromperam a ação para preservar possíveis vestígios e realizaram o isolamento do local.
A Polícia Civil foi acionada e equipes iniciaram diligências para tentar identificar e localizar os responsáveis pelo homicídio.
Suspeita de envolvimento na morte de sargento
Evelyn havia sido presa durante as investigações sobre a morte do sargento Antônio Anildo Alves, policial militar da reserva remunerada executado a tiros em Mãe do Rio, no nordeste do Pará, em 29 de julho de 2026.
O assassinato do militar desencadeou uma força-tarefa envolvendo unidades das polícias Civil e Militar. Durante as investigações, Evelyn foi apontada como suspeita de ter dado suporte à ação criminosa.
Segundo as autoridades, a apuração sobre a possível participação dela ganhou força após investigadores analisarem conversas encontradas em aparelhos celulares apreendidos durante as diligências. O material teria contribuído para identificar integrantes do grupo e reconstruir parte da movimentação relacionada ao crime.
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