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Influenciadora é presa suspeita de participação na morte de sargento no Pará

Evellyn Dantas é investigada por suposto apoio logístico à execução

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Imagem ilustrativa da notícia Influenciadora é presa suspeita de participação na morte de sargento no Pará camera Influenciadora digital e agora de suspeita em morte do PM da reserva | Reprodução/Redes Sociais/Divulgação

A morte de um policial militar da reserva remunerada desencadeou uma força-tarefa que mobilizou diferentes unidades das polícias Civil e Militar em Mãe do Rio, no nordeste do Pará. O sargento Antônio Anildo Alves, que também já havia comandado a Guarda Municipal do município, foi executado a tiros na quarta-feira (29).

Desde então, as investigações avançaram sobre a possível participação de integrantes de uma organização criminosa e levaram à prisão da influencer Evellyn Dantas, apontada como suspeita de ter dado suporte à ação criminosa.

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De acordo com as autoridades, a investigação sobre a participação da influencer ganhou força após a análise de conversas encontradas em aparelhos celulares apreendidos durante as diligências. O conteúdo teria ajudado os investigadores a identificar pessoas ligadas ao crime e a reconstruir parte da movimentação do grupo antes e depois da execução.

Evellyn compartilhava sua rotina nas redes sociais.
📷 Evellyn compartilhava sua rotina nas redes sociais. |Reprodução/Redes Sociais

Evellyn é investigada por supostamente ter oferecido apoio logístico aos envolvidos na morte do sargento. A prisão dela ocorreu no contexto da operação desencadeada após o assassinato e que reuniu equipes especializadas da Polícia Militar e da Polícia Civil.

A ofensiva contou com a participação de unidades como o 19º Batalhão da Polícia Militar, 3ª Companhia Independente de Missões Especiais, 3º Batalhão de Operações Especiais, Grupamento Aéreo Águia, Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), além de equipes da Delegacia de Homicídios, Divisão de Homicídios do Alto Pará, Superintendência Regional do Capim, NAI de Paragominas, CINT e outras forças de segurança.

Suspeita na delegacia após ser detida.
📷 Suspeita na delegacia após ser detida. |Divulgação

As equipes fizeram incursões, bloqueios e abordagens em diferentes áreas de Mãe do Rio e municípios da região. Ao longo das diligências, quatro homens apontados como envolvidos na execução morreram em confrontos com policiais. Um quinto suspeito também morreu durante a operação, segundo o balanço divulgado pelas forças de segurança.

O primeiro caso ocorreu ainda na quarta-feira (29), poucas horas depois do assassinato. Thiago Silva da Silva foi localizado durante as buscas e, segundo a Polícia Civil, atirou contra policiais militares. Houve reação da equipe e o suspeito foi baleado. Um revólver calibre .32, com uma munição intacta e quatro estojos deflagrados, foi apreendido.

A investigação também identificou outros suspeitos, na madrugada desta quinta-feira (30), por volta das duas horas, policiais localizaram Anderson Ferreira da Silva, conhecido como "Dandan", na Rua Tebumirim, no bairro Tubilândia. Conforme a Polícia Civil, ele reagiu à abordagem e morreu após o confronto. Com o suspeito, os agentes encontraram um revólver calibre .38, com munições intactas e deflagradas.

Mais tarde, por volta das 9h45, os policiais chegaram até Deilson Carneiro da Silva, conhecido como "Maranhão". Ele estava na Rua Pedro Vieira, em Mãe do Rio, e, de acordo com a versão apresentada pela Polícia Civil, recebeu os agentes a tiros. O homem morreu durante o confronto. Um revólver calibre .38, com a numeração raspada, foi apreendido.

No mesmo período, outro investigado foi localizado. Carlos Eduardo Pinheiro Ferreira era apontado como responsável por fornecer munições que teriam sido utilizadas na ação criminosa. Ele foi encontrado na própria residência, na Travessa São Vicente, no bairro Jardim Camboatã.

Segundo a Polícia Civil, durante a abordagem, Carlos teria retirado um revólver que estava escondido sob um sofá e disparado duas vezes contra os policiais. O suspeito foi atingido e levado para atendimento na Unidade de Pronto Atendimento de Paragominas, mas não resistiu.

As diligências realizadas após a execução do sargento resultaram ainda em prisões, apreensão de armas e drogas e na identificação de outros possíveis integrantes do grupo investigado.

Além dos quatro homens mortos nos confrontos, o balanço da operação aponta outras ocorrências envolvendo suspeitos. As forças de segurança informaram a prisão de cinco pessoas e a apreensão de uma adolescente, investigada por possível ato infracional relacionado ao crime. Uma mulher também teria sido detida em flagrante por suspeita de ocultar materiais ligados à ação criminosa.

Durante as buscas, os policiais apreenderam quatro revólveres, carregadores alongados de pistola, munições de diferentes calibres, drogas, balanças de precisão, celulares e dinheiro em espécie. Em uma das apreensões, realizada na casa de Carlos Eduardo, foram encontrados dois revólveres, 139 munições, entorpecentes, duas balanças de precisão, três celulares e R$ 395,65.

Munição e entorpecentes foram encontrados com os suspeitos
📷 Munição e entorpecentes foram encontrados com os suspeitos |Divulgação/PC

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A Polícia Civil continua investigando o assassinato do sargento Antônio Anildo Alves. A intenção é esclarecer a motivação do crime, identificar todos os participantes e definir o papel desempenhado por cada um dos investigados. As autoridades também buscam localizar outros possíveis integrantes da organização criminosa que possam ter ligação com a execução.

Influenciadora é presa suspeita de participação na morte de sargento no Pará
📷 |Reprodução/Redes Sociais/Divulgação
Influenciadora é presa suspeita de participação na morte de sargento no Pará
📷 |Reprodução/Redes Sociais/Divulgação
Influenciadora é presa suspeita de participação na morte de sargento no Pará
📷 |Divulgação
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