Além do futebol, o Mangueirão viveu uma noite de fé e espetáculo visual nesta quarta-feira (4), na estreia do Remo em casa pela Série A, no empate em 2 a 2 contra o Mirassol. O destaque foi o imponente mosaico de Nossa Senhora de Nazaré, a padroeira de Belém, erguido por mais de 22 mil torcedores que lotaram o estádio.
A homenagem dos torcedores azulinos foi planejada como uma "ajuda divina" para empurrar o time rumo à primeira vitória, mas, dentro das quatro linhas, o resultado não acompanhou o esforço das arquibancadas.
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Fé na arquibancada, falha no gramado
O apoio da torcida foi incondicional do início ao fim, criando uma atmosfera de decisão. No entanto, os jogadores não corresponderam à altura da demonstração de fé do Fenômeno Azul. Após abrir dois gols de vantagem e dar esperanças de que a "benção" surtiria efeito imediato, o time recuou e permitiu a reação do Mirassol, que buscou o empate em 2 a 2 nos minutos finais.
Apesar da linda festa e da proteção da padroeira dos paraenses simbolizada no mosaico, o elenco azulino falhou em segurar o placar, frustrando o público recorde em Belém. O contraste entre a beleza e fé do mosaico e o desempenho instável no segundo tempo marcou o encerramento da partida.
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Se fora de campo a torcida deu um show digno de elite, dentro dele o Remo mostrou que precisará de mais do que mística para sobreviver aos desafios da Série A. Ao apito final, o sentimento era de que a "ajuda divina" foi solicitada, mas a competência técnica para garantir os três pontos faltou aos pés dos atletas.
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