O gramado da Curuzu voltou ao centro das discussões após críticas ao estado do campo, que apresenta buracos e áreas encharcadas, agravadas pelo período chuvoso em Belém.
Mesmo diante das dificuldades, o Paysandu segue mandando as partidas no Vovô da Cidade, o que tem gerado desgaste físico para um elenco conhecido pela velocidade e intensidade.
Conteúdo Relacionado:
- Após 6 rodadas, Paysandu lidera; veja a classificação atualizada
- Paysandu chega ao Rio de Janeiro para encarar o Vasco da Gama
- Justiça mantém suspensão de processo de Rossi contra o Paysandu
- Gramado da Curuzu faz Paysandu pedir mudança de jogo para Castanhal
Em entrevista à Rádio Clube do Pará, o presidente Márcio Tuma confirmou que existe um planejamento para intervenções mais profundas no estádio, mas deixou claro que qualquer avanço dependerá de viabilidade financeira e estruturação técnica.
"Temos uma programação para fazer uma intervenção mais profunda, mas o tamanho desta intervenção dependerá de recursos financeiros e também de um eventual projeto e capacitação para uma Arena Curuzu. Queremos fazer a troca do gramado bem integrada com uma solução maior do estádio. Isso não é promessa. Não quero levantar nenhuma ideia indevida. ‘Ah, vamos começar a construir’, não! Sempre com pés no chão", afirmou.

O dirigente destacou que a ideia é apresentar algo concreto à torcida apenas quando houver um projeto estruturado, sem dar falsas esperanças ao torcedor, que tem o conhecimento que o clube passa por uma reestruturação.
"Para que o sonho vire realidade precisamos ter um projeto no meio. Então, vamos procurar apresentar isso, comunicar para a torcida. Tenho certeza que essa troca de gramado já será feita com base no protocolo mais integrado do que queremos para a Curuzu", completou.
Atualmente, a Curuzu tem capacidade para 16.700 torcedores. Segundo Tuma, o objetivo é oferecer mais conforto e, se possível, ampliar o número de lugares para transformar a praça esportiva em uma Arena.
"Hoje, temos capacidade para 16.700 pessoas. O projeto que enxergamos é que os torcedores estejam sentados, acomodados e se pudermos fazer uma capacidade para 20 mil, seria o ideal", explicou.

Nos bastidores, circulam informações sobre a possível aquisição de um imóvel ao lado do estádio, na travessa do Chaco. A especulação é que o espaço possa ser utilizado para expandir a arquibancada central e integrar com o setor atrás do gol, mas oficialmente o clube ainda não detalhou qualquer projeto definitivo.
Enquanto isso, a prioridade imediata segue sendo a recuperação do gramado, etapa considerada fundamental dentro de um planejamento mais amplo para o futuro da casa bicolor.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Comentar