Polêmicas envolvendo jogadores de futebol frequentemente ultrapassam os gramados e ganham repercussão nas redes sociais. Desta vez, o assunto envolve a influenciadora e modelo Bruna Mendonça, que afirma ter transformado o interesse de atletas e outras figuras conhecidas em uma fonte significativa de renda por meio de plataformas de conteúdo adulto.
A coroação de Bruna Mendonça como representante da Arábia Saudita no concurso Miss Copa do Mundo gerou debates nas redes sociais e críticas de alguns setores do movimento feminista. Agora, a modelo voltou ao centro das atenções ao revelar que tem obtido ganhos expressivos com a procura de jogadores de futebol e outras personalidades em sua plataforma de conteúdo adulto.
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Segundo Bruna, após ser anunciada no projeto, sua receita mensal chegou a cerca de R$ 40 mil. Ela afirma que parte desse faturamento vem de assinaturas recorrentes de usuários interessados em seus conteúdos exclusivos, além de interações privadas, como mensagens, videochamadas e pedidos personalizados.
“Recebo mensagem de jogador, de cara famoso, de empresário, de gente que jamais assumiria isso publicamente. Alguns usam perfil fake, mas sei que são de verdade porque aparecem na videochamada. Eles são curiosos, me tratam como fantasia proibida. Os jogadores se divertem, existe muito desejo escondido”, declarou.
Apesar das revelações, Bruna garante que nunca expôs a identidade de nenhum assinante. Para ela, a situação reflete questões sociais ligadas à repressão de desejos e à dificuldade de muitas pessoas em assumir determinadas preferências publicamente.
“Nunca vou expor ninguém. Isso não tem a ver comigo”, afirmou. “Tudo isso tem a ver com a repressão que muitos vivem. Muitos cresceram ouvindo que não podiam sentir certas coisas. Aí vivem escondidos. Mas eles se divertem comigo”, completou.
A modelo também contou que o aumento das investidas aconteceu após sua participação no Miss Copa do Mundo representando a Arábia Saudita, país frequentemente citado em discussões sobre os direitos da comunidade LGBTQIA+. Segundo ela, aceitou o convite para o concurso justamente pelo simbolismo da representação.
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“Eu achei simbólico por causa disso, topei entrar no concurso para levantar essa bandeira. Existe um contraste muito forte entre o discurso e o que acontece escondido. E isso vale para o mundo inteiro. E também comigo”, comparou.
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