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CUIDADO E ATENÇÃO

Cachorro roendo cabos? Especialistas dão dicas de como evitar este perigo

Fios elétricos oferecem riscos de morte para pets que costumam roê-los. onfira dicas essenciais para manter seu animal seguro e saudável.

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Imagem ilustrativa da notícia Cachorro roendo cabos? Especialistas dão dicas de como evitar este perigo camera Dados indicam que queimaduras na boca estão entre as lesões mais comuns quando cachorros mordem cabos eletrificados. | (Reprodução)

A presença de animais de estimação em casa exige atenção redobrada à infraestrutura elétrica e digital. Especialistas alertam que fios expostos, tomadas desprotegidas e extensões podem representar riscos graves à saúde dos pets, especialmente em ambientes cada vez mais conectados.

Dados do MSD Veterinary Manual indicam que queimaduras na boca estão entre as lesões mais comuns quando animais mordem cabos energizados, podendo causar danos severos aos tecidos.

Além das lesões aparentes, os perigos podem ser silenciosos. A instituição MSPCA-Angell destaca que choques elétricos podem provocar complicações internas, como o acúmulo de líquido nos pulmões (edema pulmonar), que pode surgir horas após o contato com a eletricidade. Por isso, o monitoramento imediato é considerado essencial para evitar casos mais graves ou até fatais.

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Perigo invisível dentro de casa

Cabos soltos, tomadas sem proteção e fios desencapados estão entre os principais vilões da segurança doméstica. De acordo com especialistas, cães (principalmente filhotes) são mais suscetíveis a acidentes, já que exploram o ambiente com a boca.

A médica veterinária intensivista Geovana Evangelista Alves explicou, ao portal Techtudo, que os danos vão além de ferimentos superficiais. “Além da possibilidade de fratura dentária, a corrente elétrica pode causar lesões que evoluem para úlceras, com potencial de necrose na região”, afirma.

Mesmo sem sinais visíveis imediatos, o choque pode afetar órgãos internos como pulmões e coração, o que reforça a importância de atenção constante por parte dos tutores.

Comportamento natural aumenta os riscos

O hábito de roer objetos faz parte do comportamento natural dos pets, especialmente durante a fase de troca de dentição. Nesse período, fios e carregadores podem ser facilmente confundidos com brinquedos.

Segundo a veterinária, oferecer alternativas seguras é fundamental. “Brinquedos próprios de silicone, borracha e até cubos de gelo podem ajudar a aliviar o desconforto nas gengivas e reduzir o interesse por objetos perigosos”, orienta.

No caso dos gatos, a movimentação de fios pendentes pode despertar curiosidade e instinto de caça, aumentando o risco de acidentes mesmo em ambientes supervisionados.

Sinais de alerta após choque elétrico

Identificar rapidamente os sinais de um possível choque elétrico pode ser decisivo. Entre os sintomas mais comuns estão queimaduras na boca, salivação excessiva, dificuldade para mastigar, tremores, fraqueza, desmaios e dificuldade respiratória.

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Também podem ocorrer indícios como pelos chamuscados ou odor de queimado próximo ao animal. Especialistas alertam que, mesmo na ausência de sintomas evidentes, é fundamental procurar atendimento veterinário, já que complicações como arritmias cardíacas podem não se manifestar de imediato.

Como tornar a casa mais segura

Medidas simples podem reduzir significativamente os riscos. Entre as principais recomendações estão:

  • Uso de organizadores de fios, canaletas e protetores de tomada
  • Evitar extensões soltas pelo ambiente
  • Desconectar aparelhos quando não estiverem em uso
  • Realizar inspeções periódicas em cabos e equipamentos

O planejamento de ambientes, incluindo casas inteligentes (smart homes), deve considerar a segurança dos animais desde o início. Posicionar fios atrás de móveis ou protegê-los com estruturas rígidas ajuda a evitar o acesso dos pets.

Organização e estímulo são aliados

A organização da fiação não só protege os animais como também preserva os equipamentos domésticos. Além disso, o enriquecimento ambiental é apontado como um fator essencial na prevenção.

Segundo o MSD Veterinary Manual, pets sem estímulos adequados tendem a morder objetos por tédio ou curiosidade. Investir em brinquedos apropriados, criar rotinas de brincadeiras e supervisionar o animal são medidas eficazes para reduzir comportamentos de risco.

Com atenção contínua e adaptações simples no ambiente, é possível garantir que tecnologia e animais de estimação convivam de forma segura dentro de casa.

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