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DEMISSÕES EM MASSA

Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, demite 8 mil 

Empresa de Mark Zuckerberg amplia cortes, remaneja equipes e reforça investimentos bilionários em inteligência artificial

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Imagem ilustrativa da notícia Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, demite 8 mil  camera Meta inicia nova rodada de demissões globais e corta cerca de 8 mil funcionários em meio à corrida bilionária pela inteligência artificial | Reprodução/Unsplash/Julio Lopez

Em um cenário cada vez mais marcado pela disputa tecnológica e pela pressão por eficiência no Vale do Silício, gigantes da tecnologia seguem promovendo profundas transformações internas para manter competitividade em um mercado dominado pela inteligência artificial. Entre anúncios de novos investimentos, reestruturações corporativas e enxugamento de despesas, empresas tradicionais do setor digital vêm redesenhando suas estratégias globais, e a Meta voltou ao centro desse movimento nesta semana.

A controladora de Facebook, Instagram e WhatsApp iniciou nesta quarta-feira (20) uma nova rodada de demissões em massa em diversos países. A medida, já comunicada previamente aos funcionários, deve atingir cerca de 8 mil trabalhadores, o equivalente a 10% da força global de trabalho da companhia, segundo informações divulgadas pela própria empresa.

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Os primeiros desligamentos ocorreram em Cingapura, onde funcionários começaram a ser notificados ainda durante a madrugada no horário local. Na sequência, equipes do Reino Unido e dos Estados Unidos também passaram a receber comunicados sobre os cortes.

Além das demissões, a Meta informou que aproximadamente 7 mil funcionários serão remanejados para iniciativas ligadas à inteligência artificial, setor considerado estratégico pela companhia para os próximos anos.

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Em comunicado interno enviado aos colaboradores, a chefe de Recursos Humanos da empresa, Janelle Gale, afirmou que a reestruturação busca aumentar a produtividade da empresa. "A reestruturação nos tornará mais produtivos e fará o trabalho ser mais recompensador", declarou a executiva.

NOVA OFENSIVA APÓS GRANDES CORTES

Esta é a mais significativa rodada de demissões da Meta desde a ampla reestruturação promovida entre 2022 e 2023, período em que cerca de 21 mil funcionários foram dispensados.

No mês passado, a empresa já havia antecipado que realizaria novos cortes a partir de maio. Em março, centenas de trabalhadores haviam sido desligados, principalmente em setores ligados à divisão Reality Labs, responsável pelos projetos de realidade virtual, realidade aumentada e tecnologias associadas ao metaverso.

A unidade desenvolve produtos como os óculos Oculus/Meta Quest, Ray-Ban Stories e o Projeto Aria, voltado a óculos inteligentes. Até o fim de dezembro do ano passado, a Meta mantinha cerca de 79 mil funcionários em todo o mundo.

CORRIDA PELA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Os cortes ocorrem em meio à intensificação da disputa entre as grandes empresas de tecnologia pelo domínio do setor de inteligência artificial. A Meta busca competir diretamente com empresas como a OpenAI, criadora do ChatGPT, e a Alphabet.

Nos últimos meses, a companhia ampliou investimentos bilionários na área. Entre os movimentos mais recentes está o aporte de US$ 14,3 bilhões na startup de dados Scale AI, além da contratação de profissionais considerados referência no setor.

Segundo projeções divulgadas pela própria empresa, as despesas totais da Meta podem variar entre US$ 162 bilhões e US$ 169 bilhões neste ano. Cenário que reforça a estratégia de reduzir custos operacionais para sustentar a expansão acelerada dos investimentos em IA.

Em nota anterior sobre as reestruturações, a empresa afirmou que diferentes setores "regularmente passam por mudanças para garantir que estejam na melhor posição para alcançar seus objetivos" e destacou que tenta realocar funcionários impactados sempre que possível.

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