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CONDENAÇÕES E CELEBRAÇÕES

Nicolás Maduro capturado: veja reações dos países sobre a ação dos EUA

A operação militar dos EUA na Venezuela gera reações globais, com condenações e apelos por diálogo, enquanto Maduro é capturado em meio à crise

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Imagem ilustrativa da notícia Nicolás Maduro capturado: veja reações dos países sobre a ação dos EUA camera A operação militar, segundo informações divulgadas pelos Estados Unidos, começou por volta das 3h (horário de Brasília) | Divulgação

A confirmação de uma operação militar dos Estados Unidos em território venezuelano, com ataques aéreos e a captura do presidente Nicolás Maduro, provocou reação imediata da comunidade internacional neste sábado (3). Governos aliados de Caracas condenaram a ação, enquanto países europeus e latino-americanos pediram cautela, respeito ao direito internacional e uma saída diplomática para a crise.

Entre as reações mais duras, a Rússia classificou a ofensiva como um “ato de agressão armada” e alertou para o risco de escalada do conflito, defendendo que qualquer solução passe pelo diálogo. Cuba, por meio do presidente Miguel Díaz-Canel, descreveu a ação como um ataque “criminoso” contra a soberania venezuelana.

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Na América do Sul, a Colômbia manifestou “profunda preocupação” com os desdobramentos e rejeitou medidas unilaterais que possam colocar a população civil em risco. Em meio à tensão, o governo da Venezuela decretou estado de emergência nacional e anunciou a mobilização de planos de defesa.

Na Europa, a Espanha pediu moderação e respeito ao direito internacional. Alemanha e Itália informaram que ativaram equipes de crise para acompanhar a situação em Caracas e garantir a segurança de seus cidadãos no país. A União Europeia, por sua vez, cobrou contenção das partes. A chefe da diplomacia do bloco, Kaja Kallas, afirmou ter conversado com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e reforçou que, apesar de questionar a legitimidade de Maduro, a UE defende uma transição pacífica e o cumprimento da Carta da ONU.

Em posição oposta, o presidente da Argentina, Javier Milei, comemorou publicamente a ação norte-americana. Em uma publicação nas redes sociais, ao repercutir a captura de Maduro, escreveu: “A liberdade avança”.

Já o Chile adotou um tom crítico. O presidente Gabriel Boric declarou preocupação com o agravamento da crise e defendeu que a situação venezuelana seja resolvida por meio do diálogo, do multilateralismo e do respeito às normas internacionais, rejeitando a violência e a interferência estrangeira.

A operação militar, segundo informações divulgadas pelos Estados Unidos, começou por volta das 3h (horário de Brasília), com explosões registradas em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Donald Trump afirmou que a ação resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, que teriam sido retirados do território venezuelano, ampliando a instabilidade política e diplomática na região.

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