O desejo de conhecer novos horizontes e aproveitar momentos de descanso em paisagens paradisíacas é um objetivo comum a muitos viajantes ao redor do mundo. No entanto, a imprevisibilidade da natureza muitas vezes impõe limites severos, transformando o que deveria ser uma lembrança alegre em um episódio de profunda tristeza para familiares e amigos que aguardam o retorno de seus entes queridos.
A advogada brasileira Gabriela Cardozo, de 31 anos, morreu afogada na última quarta-feira, dia 18, na praia Rosedal, situada no município de Santa María Colotepec, no México.
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Natural do Espírito Santo, Gabriela vivia em Nova York, onde estudava na Universidade de Columbia, e aproveitava o recesso estudantil da primavera, conhecido como Spring Break, para viajar com amigos.
Segundo informações das autoridades locais, ela teria sido arrastada por uma forte corrente de retorno ao entrar no mar.
Apesar da intervenção de guarda-vidas, a vítima foi resgatada já sem sinais vitais.
Dias antes do ocorrido, o governo de Oaxaca havia emitido um alerta oficial sobre o fenômeno mar de fondo, recomendando que a população evitasse o banho de mar devido ao registro de ondas altas e correntes marinhas intensas na região.
Este não foi um caso isolado na temporada, visto que um turista americano também faleceu em circunstâncias semelhantes em uma praia próxima dias antes.
Atualmente, a família da advogada realiza os trâmites necessários para a repatriação do corpo ao Brasil.
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