Em alguns períodos do ano é necessário reforçar os cuidados com a imunização e a saúde, principalmente com novos casos de doenças sendo registrados diariamente.
A Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo confirmou o primeiro caso de mpox em 2026 no estado. A infecção foi registrada no município de Colatina, no noroeste capixaba.
De acordo com o órgão, 15 notificações vinham sendo monitoradas neste ano. Destas, uma foi confirmada para a doença viral, 13 acabaram descartadas após análise laboratorial e um caso segue em investigação.
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Com a confirmação no Espírito Santo, o Brasil agora soma 88 registros de pox em 2026. O estado de São Paulo concentra o maior número de ocorrências, com 62 casos confirmados, seguido pelo Rio de Janeiro, que contabiliza 15. Também há notificações nos estados de Rondônia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná, além do Distrito Federal.
O Ministério da Saúde informou que acompanha o cenário em articulação com as secretarias estaduais e municipais. Segundo o órgão, o Sistema Único de Saúde (SUS) está preparado para identificar casos suspeitos, realizar exames diagnósticos e oferecer o suporte clínico necessário aos pacientes.
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A mpox é uma infecção viral transmitida principalmente por contato próximo ou íntimo. Entre os sintomas mais comuns estão febre, dor de cabeça, dores musculares e erupções cutâneas em forma de bolhas, que podem se espalhar por diferentes partes do corpo.
As autoridades de saúde orientam que, diante de sintomas compatíveis, a população procure atendimento médico o mais rápido possível. Embora a maioria dos casos apresente evolução leve ou moderada, há risco de complicações, especialmente em pessoas com baixa imunidade ou condições de saúde preexistentes.
Apesar do aumento recente de diagnósticos, especialmente após o período de Carnaval, os órgãos de vigilância reforçam que não há epidemia de mpox no país. Os registros vêm sendo observados com maior frequência desde 2022, e a situação segue sob monitoramento das autoridades sanitárias.
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