Acidentes em piscinas seguem entre as principais causas de afogamento no Brasil, especialmente durante períodos de férias. A falta de supervisão constante, o desconhecimento de técnicas de natação e a ausência de medidas de segurança adequadas aumentam os riscos, sobretudo para crianças e pessoas que não sabem nadar.
Uma mulher de 39 anos e o filho, de 11, morreram afogados na tarde de ontem na piscina de uma pousada em Maragogi, no litoral de Alagoas. A família, natural de São Paulo, estava hospedada no local para passar férias.
De acordo com o companheiro da mulher, ao chegar à pousada ele percebeu que o chuveiro do quarto não funcionava e se dirigiu à administração para relatar o problema. Nesse intervalo, a mulher e a criança foram até a área da piscina.
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Minutos depois, ao notar a ausência dos dois, o homem foi até o local e os encontrou submersos no fundo da piscina. Informações da Polícia Civil indicam que mãe e filho não sabiam nadar. Os nomes das vítimas não foram divulgados.
O companheiro tentou prestar socorro, retirando as vítimas da água e realizando manobras de reanimação com o apoio de outros hóspedes. O Corpo de Bombeiros foi acionado e encaminhou mãe e filho para a UPA de Maragogi, onde os óbitos foram confirmados.
A reportagem tentou contato com a pousada, mas não obteve resposta até o momento. A Prefeitura de Maragogi lamentou o ocorrido e manifestou solidariedade aos familiares, informando que está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.
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O Instituto Médico Legal (IML) e o Instituto de Criminalística (IC) foram acionados. O caso foi registrado na 8ª Delegacia Regional de Polícia e segue sob investigação da Delegacia de Maragogi.
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