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Três nomes, um ponto e muitas entrelinhas no Baenão

Mesmo sem vencer, trio se destaca no empate com o Internacional e evita derrota do Leão, que segue pressionado na tabela da Série A

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Imagem ilustrativa da notícia Três nomes, um ponto e muitas entrelinhas no Baenão camera Alef Manga lutou até o fim | Raul Martins / Clube do Remo

O placar marcou 1 a 1, mas o jogo guardou nuances que o resultado não explica. Diante do Internacional, o Clube do Remo não viveu a noite mais inspirada na Série A do Campeonato Brasileiro, porém encontrou em três jogadores o fio de equilíbrio para não deixar a partida escapar por completo.

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Aos olhos frios da tabela, o empate pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro Série A ampliou a sequência sem vitórias. São três empates e uma derrota, campanha que deixa o Leão com 4 pontos, na 15ª colocação, ameaçado de terminar a rodada na beira do Z-4. Aos olhos do jogo, porém, havia mais.

Alef Manga: o inconformado

Com a nota 7,5, Alef Manga foi inquietação pura. Não foi o jogo dos espaços fartos, mas foi o da insistência. Criou grandes chances, deu assistência, buscou o drible quando o time parecia travado. Mesmo quando o coletivo não fluía, ele chamava a responsabilidade, como quem se recusa a aceitar o empate antes do apito final.

Leonel Picco: o eixo silencioso

Substituído aos 69 minutos, Leonel Picco saiu com nota 7,7 e a sensação de missão cumprida. Não brilhou com lances de efeito, mas organizou, acertou passes, manteve o time respirando no meio-campo. Em jogos assim, há quem grite. Picco prefere sustentar.

João Lucas: o melhor em campo

A maior nota da noite foi dele: 7,8. João Lucas foi trincheira. Desarmes, duelos ganhos, interceptações, números que traduzem um lateral que jogou como se cada lance fosse o último. Quando o Inter avançava, era nele que o Leão se agarrava para não afundar.

No fim, não bastou. Três atuações acima da nota sete não foram suficientes para empurrar o Remo à primeira vitória no Brasileirão. Faltou o algo a mais que transforma boa atuação individual em triunfo coletivo.

Mas o futebol também se escreve em capítulos. E, na última noite, Alef Manga, Leonel Picco e João Lucas deixaram claro que, mesmo em dias de pouca inspiração, há jogadores dispostos a carregar o peso do escudo.

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