A negociação para a contratação do atacante Jajá pelo Clube do Remo entrou em compasso de espera por conta de um impasse interno no departamento de futebol. Embora o jogador tenha manifestado interesse em cumprir o acordo e defender o time azulino nesta temporada, a tratativa enfrenta resistência do executivo de futebol Marcos Braz, que não concorda com a inclusão do atleta no elenco.
As conversas envolvem Remo, Goiás e o próprio jogador e estão sendo conduzidas diretamente pelo presidente do clube paraense, Antônio Carlos Teixeira, e pelo diretor de futebol Manoel Ribeiro Filho, que assumiu o cargo no fim de dezembro. Ambos passaram a liderar as negociações após o avanço inicial do acordo.
De acordo com informações apuradas pelo jornalista Júnior Cunha, do EPOL, a posição contrária de Marcos Braz em dar sequência à contratação provocou desgaste entre as partes envolvidas. O cenário gerou incerteza mesmo após o negócio ter sido tratado internamente como encaminhado nos últimos dias.
O acerto entre Remo e Jajá era dado como concluído há cerca de três dias. No entanto, o rumo da negociação mudou após uma conversa entre os executivos de futebol dos dois clubes. Pelo lado do Goiás, as tratativas são conduzidas por Michel Alves, responsável pelo setor no clube goiano.
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Valores e condições
Durante as negociações, o Remo concordou com o pagamento de um valor pelo empréstimo do atacante até o fim da temporada. Além disso, foi estabelecida uma cláusula de opção de compra fixada em aproximadamente R$ 3,5 milhões, condicionada ao cumprimento de metas esportivas, entre elas a permanência do clube na Série A do Campeonato Brasileiro até 2027.
Enquanto as conversas seguem nos bastidores, a definição sobre o futuro de Jajá depende de um alinhamento interno no Remo para que o acordo possa ser retomado ou oficialmente encerrado.
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