O Paysandu segue em ritmo intenso de preparação para a estreia no Campeonato Paraense, marcada para o dia 25 de janeiro, diante do São Raimundo de Santarém, no Estádio da Curuzu. Sob o comando do técnico Júnior Rocha, o elenco bicolor realiza atividades diárias de pré-temporada, contando com o apoio do auxiliar Macaé e do preparador físico Léo Cupertino.
Dentro do planejamento da comissão técnica, o Papão realizou no último sábado um jogo-treino contra o Cametá, no CT Raul Aguilera, que terminou empatado em 1 a 1. A atividade serviu para avaliar o elenco, ajustar o condicionamento físico e dar ritmo de jogo aos atletas antes do início da competição estadual. Entre os jogadores que buscam espaço no grupo principal está o atacante Miguel Ângelo, de 19 anos.
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Natural de Magalhães Barata e uma das promessas reveladas pelo futebol paraense, Miguel iniciou sua trajetória ainda criança, sempre atuando no futebol de campo. “Comecei jogando na minha cidade, sempre no campo. Nunca joguei futsal. Como fui me destacando, o pessoal começou a olhar diferente para mim e me levou para treinar em um clube próximo, o Corrente”, contou o atacante, autor do gol bicolor no jogo-treino.
O bom desempenho levou Miguel ao Castanhal, em 2021. Dois anos depois, ele chegou ao Paysandu, onde construiu uma trajetória de destaque nas categorias de base. Em 2023, pelo Sub-17, conquistou a Copa Pará e o Campeonato Paraense, além de terminar como artilheiro das competições. Já em 2024, atuando pelo Sub-20, voltou a levantar o título estadual e manteve boas atuações individuais.
Chegada ao Papão
Segundo o jogador, o ano de 2025 foi o mais marcante até agora em sua carreira. “Foi um ano muito especial. Chegamos à final do Paraense, eu fui artilheiro da competição e também disputei a Copa do Brasil, onde fui vice-artilheiro. Estava muito focado, treinando bem, me alimentando bem e descansando para estar preparado na hora dos jogos”, destacou.
Miguel também ressaltou a importância do trabalho da comissão técnica no seu processo de evolução. “O professor Macaé, o Léo Cupertino e toda a comissão ajudam muito a gente, motivam bastante. Eles sempre falam que quem estiver melhor vai jogar. A gente acredita nisso e trabalha forte, tanto no físico quanto no mental, sempre com fé em Deus”, concluiu.
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