plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 24°
cotação atual R$


home
Imagem ilustrativa
PARAZÃO 2026

Paysandu vence primeiro Re-Pa da final e deixa Remo pressionado

Com domínio no primeiro tempo e eficiência no Mangueirão, Paysandu leva vantagem para a decisão e obriga Remo a buscar virada no Campeonato Paraense.

twitter Google News
Imagem ilustrativa da notícia Paysandu vence primeiro Re-Pa da final e deixa Remo pressionado camera Caio Mello comemora o primeiro gol bicolor no Re-Pa 782, pela decisão do Parazão 2026. | Jorge Luís Totti/Paysandu

O Paysandu largou na frente na decisão ao vencer o jogo de ida da final do Campeonato Paraense de 2026 neste domingo (1º), no Mangueirão, e agora carrega a vantagem para o confronto decisivo do próximo domingo (8), às 17h, novamente no Estádio Olímpico do Pará. Já o Clube do Remo terá que mudar da água para o vinho se quiser impedir a festa do maior rival e ainda manter vivo o sonho do bicampeonato estadual.

O Papão construiu a vantagem ainda no primeiro tempo, com gols de Caio Mello e Marcinho, mostrando eficiência nas finalizações e controle das ações. Na etapa complementar, João Pedro descontou para o Leão Azul em cobrança de pênalti, recolocando o Leão na briga. Com o resultado, o Paysandu joga pelo empate para garantir o título estadual, enquanto uma vitória azulina pela vantagem mínima leva a decisão para as cobranças de pênaltis. Logo após o jogo, a diretoria do Remo emitiu um comunicado oficial anunciando a demissão do técnico Juan Carlos Osorio.

CONTEÚDO RELACIONADO

DOMÍNIO BICOLOR NO PRIMEIRO TEMPO

Desde o apito inicial no Mangueirão, o que se viu foi um primeiro tempo de domínio bicolor, com o Paysandu impondo ritmo, ocupando espaços e controlando as ações do clássico. Mais organizado e intenso, o Papão transformou posse de bola em pressão constante, encurralando o Remo e ditando o tom da etapa inicial do Re-Pa.

Quer mais notícias do Paysandu? Acesse o canal do DOL no WhatsApp.

O Remo, por seu turno, apresentou uma primeira etapa apática, sem organização ofensiva e com pouca criatividade no meio-campo. Diante da inoperância na articulação das jogadas, o time abusou das ligações diretas, facilitando a marcação adversária. Para agravar o cenário, repetiu a fragilidade defensiva exibida em partidas anteriores do Campeonato Paraense, oferecendo espaços e permitindo que o rival explorasse as falhas com eficiência.

GOL NOS PRIMEIROS MINUTOS

Logo no primeiro minuto, o Paysandu tomou a iniciativa. Thayllon avançou pela intermediária, invadiu a área e forçou a defesa do Remo a mandar para escanteio. Na cobrança, quase o gol: a bola cruzou a pequena área azulina e raspou perigosamente a frente da meta, sem que ninguém completasse.

A pressão inicial se transformou em vantagem aos 7 minutos. Marcinho levantou a cabeça e encontrou Caio Mello livre na intermediária. O atacante arriscou de fora da área e acertou um chute rasteiro, firme, sem chances para o goleiro: 1 a 0 para o Papão.

Gol de Caio Mellho para o Paysandu. Reprodução/TV Cultura

O Remo tentou responder. Pikachu teve finalização bloqueada aos 15, e Diego Hernández assustou em cobrança de falta aos 19, exigindo boa defesa de Gabriel Mesquita. Mas o Paysandu mostrava mais organização e intensidade, com transições rápidas e domínio do meio-campo.

PAPÃO AMPLIA APÓS A "PARADA PARA O CLIMA"

Aos 30 minutos, o clássico foi interrompido para hidratação, em meio à campanha da Federação pela conscientização sobre mudanças climáticas na Amazônia. Pouco depois, aos 32, o segundo golpe bicolor: Thayllon avançou livre pela direita e cruzou na medida para Marcinho subir mais que a marcação e testar firme para o fundo das redes, ampliando o placar.

O Paysandu amplia com Marcinho, aos 32 minutos. Reprodução/TV Cultura

O Remo quese sofreu o terceiro gol aos 38, quando Caio Mello finalizou de voleio após escanteio, mas Marcelo Rangel desviou. No lance seguinte, Marcinho quase marcou um gol olímpico, novamente parado por grande defesa do goleiro azulino.

CONCUSSÃO E SUBSTITUIÇÃO NO PAYSANDU

A reta final da etapa inicial foi marcada por tensão. Aos 43, Kleiton Pego se chocou com Marllon e caiu desacordado após bater a cabeça. Ambulâncias entraram em campo, e o jogador deixou o gramado para atendimento hospitalar, sendo substituído por Kauã Hinkel aos 45. O árbitro sinalizou seis minutos de acréscimos.

Nos instantes derradeiros, Léo Andrade recebeu cartão amarelo após falta dura em Kauã Hinkel, elevando ainda mais a temperatura do clássico.

Ao apito final do primeiro tempo, o Paysandu desceu para o vestiário com vantagem de 2 a 0, sustentado por eficiência no ataque e solidez defensiva. O Remo, pressionado, terá 45 minutos para tentar reescrever a história de mais um capítulo eletrizante do maior clássico da Amazônia.

REAÇÃO DO REMO NO SEGUNDO TEMPO

O segundo tempo começou sob a sombra da vantagem bicolor e com o Clube do Remo disposto a mudar o roteiro no Mangueirão. Logo no intervalo, três alterações: Picco no lugar de Yago Pikachu, Nicolás Ferreira na vaga de Diego Hernández e Marcelinho substituindo Léo Andrade. Era a cartada azulina para incendiar a decisão.

Aos 2 minutos, Patrick de Paula avançou pelo centro e finalizou com potência, mas Gabriel Mesquita segurou firme. O Remo mostrava postura mais agressiva. Ainda assim, o Paysandu Sport Club seguia perigoso. Aos 16, Marcelo Rangel se atrapalhou na saída, a bola sobrou para Marcinho, que serviu Thayllon — livre, ele chutou por cima, desperdiçando grande chance de ampliar.

PÊNALTI E GOL DO LEÃO AZUL

O jogo ganhou contornos dramáticos aos 29 minutos. Alef Manga invadiu a área, a bola desviou no defensor bicolor e o árbitro, bem posicionado, apontou para a marca da cal. Pênalti. Aos 32, João Pedro assumiu a responsabilidade: soltou uma bomba, Gabriel Mesquita ainda tocou na bola, que explodiu na trave antes de morrer no fundo da rede. Gol do Remo. O desconto incendiou o clássico.

Após a cobrança, houve parada para hidratação, esfriando momentaneamente os ânimos. O Paysandu respondeu com mudanças estratégicas aos 40 minutos: saíram Ítalo, Thayllon e Caio Mello para as entradas de Peu, Thalyson e Henrico, reforçando o fôlego na reta final.

PRESSÃO ATÉ O ÚLTIMO MINUTO

O Remo seguiu pressionando. Aos 35, Nicolás Ferreira fez bela jogada individual, mas finalizou fraco. Aos 43, Marcelinho dominou na área e caiu após dividida com Thalysson, pedindo pênalti. O árbitro mandou seguir, sob protestos azulinos. Já aos 45, Nico Ferreira levantou na medida para Alef Manga, que cabeceou sem força, à direita do gol, desperdiçando a última oportunidade clara.

O segundo tempo foi de entrega e tensão até o apito final. O Remo reagiu, diminuiu a diferença e pressionou até os instantes derradeiros, mas o Paysandu soube administrar a vantagem construída na etapa inicial. Mais um capítulo intenso do Re-Pa escrito sob emoção, reclamações e a atmosfera elétrica que só o clássico é capaz de produzir.

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

tags

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Paysandu

    Leia mais notícias de Paysandu. Clique aqui!