Ao todo, se foram 45 partidas disputadas, 18 gols marcados e nove assistências distribuídas. É com esse cartão de visitas que Neymar chega à véspera do anúncio oficial da Seleção para a Copa do Mundo.
A lista com os 26 convocados será revelada por Carlo Ancelotti nesta segunda-feira (18), às 17h. Até lá, o atacante do Santos vive a expectativa de transformar os números recentes em passaporte para o que pode ser o quarto Mundial.
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A dimensão do momento ficou evidente na derrota para o Coritiba, na Neo Química Arena. Antes da bola rolar, o camisa 10 se emocionou durante o hino nacional, cena que expôs o peso da decisão que está por vir.
A possível convocação representa mais do que presença em lista. Aos 34 anos, Neymar encara a Copa como a chance de completar uma carreira repleta de títulos, mas ainda sem o principal troféu da seleção.
Maior artilheiro da história do Brasil nas contas da Fifa, com 79 gols, ele soma 13 partidas em Copas, oito gols e quatro assistências. A experiência em torneios decisivos é vista como um diferencial em um grupo que busca equilíbrio entre juventude e liderança.
Enquanto o anúncio não chega, o atacante se apoia nos próprios números e na trajetória construída ao longo de mais de uma década com a camisa amarelinha. O veredito de Ancelotti definirá se os 45 jogos desta temporada serão lembrados como o recomeço de um sonho ou apenas mais um capítulo da carreira.
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