O hino nacional brasileiro foi apontado pelo jornal The New York Times como o mais bonito entre os 48 países participantes da Copa do Mundo. Em um ranking especial, a publicação analisou os hinos nacionais com base em critérios como emoção, entusiasmo, capacidade de engajar torcedores e jogadores, além da duração das canções.
Segundo o veículo, o grande diferencial do hino brasileiro está em sua mensagem. Diferentemente de muitas composições nacionais que fazem referência a guerras, conflitos ou batalhas, a letra brasileira exalta o país como uma pátria amada, bela, forte e um “impávido colosso”.
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A introdução instrumental de cerca de 28 segundos, que antecede o verso “Ouviram do Ipiranga”, foi considerada o ponto mais marcante da composição e descrita como um momento “glorioso”.
Além disso, o trecho “Brasil, um sonho intenso, um raio vívido, de amor e de esperança, à terra desce” foi escolhido pelo jornal como a frase mais emblemática da letra.
Critérios avaliaram emoção e participação da torcida
O ranking levou em consideração a forma como os hinos despertam paixão em jogadores e torcedores, incentivando a participação coletiva durante as partidas. Também foram analisados fatores como ritmo, impacto emocional e duração, evitando canções consideradas excessivamente longas ou cansativas.
Mesmo ocupando a primeira colocação, o hino brasileiro recebeu nota 9. Nenhuma das 48 músicas avaliadas alcançou a pontuação máxima.
França ficou em segundo lugar; Inglaterra recebeu a pior avaliação
A segunda posição ficou com a tradicional “Marselhesa”, hino da França. Apesar de ser considerada uma das composições nacionais mais conhecidas do mundo, ela foi superada pelo Brasil porque, segundo o New York Times, os torcedores franceses cantam a música com mais entusiasmo do que os próprios jogadores.
Portugal apareceu em terceiro lugar, seguido pela Colômbia, em quarto, e pela Escócia, que completou o top 5. O hino colombiano foi descrito como “magnífico”, enquanto a publicação destacou a forte interpretação dos jogadores durante sua execução. Já a Escócia chamou a atenção pelo espetáculo promovido pela torcida antes de uma partida contra o Haiti.
Na outra ponta do ranking, o hino da Inglaterra foi considerado o pior entre os avaliados. O jornal classificou a canção como “arrastada” e criticou o fato de a letra ser centrada na reverência ao rei Charles III.
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