Acusações polêmicas tomaram conta das redes sociais nos últimos dias, misturando acusações graves, política, religião e bastidores da indústria musical. No centro do turbilhão está a cantora Nicki Minaj, que chamou atenção ao usar seu perfil no X (antigo Twitter) para fazer declarações explosivas envolvendo outros artistas de renome.
A cantora acusou publicamente Jay-Z de pedofilia após o nome do rapper aparecer em documentos relacionados ao caso do financista Jeffrey Epstein, divulgados na última sexta-feira (30). As declarações rapidamente repercutiram e dividiram opiniões entre fãs e críticos.
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Os documentos foram tornados públicos pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos e reúnem um volume expressivo de material apreendido no curso das investigações sobre Epstein, incluindo milhões de páginas, além de imagens e vídeos de caráter explícito. Entre os nomes citados nos arquivos aparecem figuras conhecidas do entretenimento, como Jay-Z, Pusha T e o produtor Harvey Weinstein.
Segundo autoridades envolvidas no caso, as menções não fazem parte dos registros pessoais de Epstein nem indicam que os citados tenham sido formalmente acusados ou investigados. Os nomes constam em um arquivo separado encaminhado ao FBI, sem vínculo direto com imputações criminais.
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Ainda assim, Nicki Minaj afirmou que pessoas poderosas da indústria estariam envolvidas em crimes contra menores e sugeriu, sem apresentar provas, que haveria rituais e sacrifícios de crianças para manutenção de poder. A rapper também compartilhou publicações que listam antigos relacionamentos de artistas com pessoas menores de idade, incluindo referências à juventude de Beyoncé, atual esposa de Jay-Z.
O ataque a Jay-Z se soma a uma sequência recente de polêmicas protagonizadas por Nicki Minaj. A cantora tem sido alvo de críticas desde que declarou apoio público a Donald Trump. Durante a 68ª edição do Grammy Awards, no último domingo (1º), o apresentador Trevor Noah ironizou a ausência da artista, dizendo que ela estaria “na Casa Branca discutindo questões muito importantes com Donald Trump”.
A fala não passou despercebida. Nicki reagiu nas redes, acusando Trevor Noah de ter uma relação próxima com Jay-Z e atacando eleitores do Partido Democrata, afirmando que “perecerão” caso continuem no poder.
Em outra publicação que viralizou, a rapper adotou um discurso religioso e afirmou que artistas e críticos estariam envolvidos em rituais espirituais negativos. “Enquanto eles fazem o ritual deles esta noite, o Deus Todo-Poderoso se revelará a eles. O ritual vai sair pela culatra”, escreveu. Em seguida, reforçou sua fé cristã: “Deus não será zombado. Bendito é o nome poderoso de Jesus Cristo”.
Nicki Minaj encerrou a sequência de postagens com uma citação bíblica e um tom de advertência à indústria musical. “Toda língua que se levantar contra mim em julgamento será condenada e envergonhada. Assistam”, declarou.
A brincadeira também não foi bem recebida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O republicano também criticou a premiação e elevou o tom contra o apresentador do Grammy, Trevor Noah, chegando a ameaçar medidas judiciais.
Em declaração contundente, Trump afirmou que Noah “deveria se informar melhor e rapidamente” e disse considerar acionar seus advogados para processá-lo, usando termos ofensivos ao se referir ao comediante e mencionando a possibilidade de pedir uma indenização milionária: "Noah, um completo perdedor, é melhor se informar direito e rápido. Parece que vou mandar meus advogados processar esse pobre, patético, sem talento e idiota MC, e pedir uma grana preta para ele". Disse.

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