Quando se fala em inclusão, não se trata apenas de permitir o acesso físico a um espaço, mas de criar ambientes onde cada pessoa se sinta acolhida, segura e respeitada em suas necessidades.
Pensando nisso, o Museu das Amazônias inaugurou nesta semana uma sala de autorregulação sensorial voltada ao acolhimento de pessoas atípicas ou com alguma sensibilidade sensorial, oferecendo um espaço adaptado durante a visita ao museu.
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Disponível para qualquer pessoa, sem necessidade de agendamento, a sala conta com recursos como controle de iluminação, pufes e objetos de exploração tátil, oferecendo um ambiente confortável com estímulos controlados para a autorregulação.
Com a iniciativa, o Museu das Amazônias amplia suas ações de acessibilidade e reafirma seu papel como espaço cultural comprometido com a diversidade e a democratização.
Visita sensorial
Além da sala, o museu promove semanalmente a Visita Cognitiva Sensorial, realizada sempre aos sábados, às 9h, com abertura exclusiva para pessoas com deficiência e seus acompanhantes. A experiência contempla diferentes formas de percepção, mobilidade e comunicação, incluindo pessoas com deficiência visual, auditiva, intelectual, motora e neurodivergentes.
As atividades envolvem interpretação em Libras, materiais táteis, mediações sensoriais e estratégias que estimulam autonomia e protagonismo. O MAZ também dispõe de piso podotátil, mapas táteis, textos expositivos em linguagem simples e um WebApp com conteúdos acessíveis em português, inglês e espanhol, além de vídeos em Libras e recursos de audiodescrição.
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Para a gerente técnica do Museu das Amazônias, Grazielle Giacomo, a iniciativa representa um avanço importante na relação do museu com seus públicos.
“A sala de autorregulação é uma ferramenta fundamental para garantir que pessoas atípicas se sintam acolhidas e respeitadas em suas necessidades. Nosso objetivo é que o museu seja um espaço onde todos possam vivenciar a cultura e o conhecimento de forma confortável, segura e inclusiva”, destaca.
A sala está localizada no andar térreo, ao lado da loja do Museu das Amazônias.
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