Em uma noite em que os holofotes de Hollywood se voltaram para histórias, talentos e culturas de todas as partes do mundo, a presença brasileira ganhou destaque especial no palco do Globo de Ouro. Entre discursos emocionados, aplausos calorosos e a celebração da arte como ponte entre países, o cinema do Brasil encontrou espaço para reafirmar sua força, sua identidade e sua capacidade de dialogar com o público internacional.
Wagner Moura, ao receber o Globo de Ouro de melhor ator em filme de drama na noite deste domingo (11), agradeceu ao diretor Kleber Mendonça Filho e exaltou a cultura brasileira.
"Obrigado, muito obrigado. Uau. Ok. Obrigado ao Globo de Ouro, meus colegas indicados, que são atores extraordinários, e eu compartilho isso com vocês. Muito obrigado. Obrigado à [distribuidora] Neon, ao meu time, um obrigado especial a Kleber Mendonça Filho", disse, pausando para aplausos do público.
"Você é um gênio e um irmão. Eu te agradeço por isso e por muitas outras coisas. ‘O Agente Secreto’ é um filme sobre memória, ou a falta de memória, e trauma geracional. Eu acho que se o trauma pode ser passado de geração em geração, valores também podem. Então isso é para aqueles que estão resistindo com seus valores em momentos difíceis. Para Sandra [Delgado, sua mulher], nossos filhos, nossa vida juntos, te amo demais", disse, em inglês.
"E para todo mundo no Brasil, assistindo a isso agora", disse, mudando para português. "Viva o Brasil, viva a cultura brasileira."
Moura derrotou Joel Edgerton, de "Sonhos de Trem", Oscar Isaac, de "Frankenstein", Dwayne Johson, de "Coração de Lutador - The Smashing Machine", Michael B. Jordan, de "Pecadores", e Jeremy Allen White, de "Springsteen: Salve-me do Desconhecido", na corrida.
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