A principal suspeita do assassinato do empresário Alexandre Araújo, proprietário de um restaurante bastante conhecido em Ourilândia do Norte, no sul do Pará, se apresentou à Polícia Civil no final da tarde desta quinta-feira (8), na delegacia de Marabá no sudeste paraense.
Identificada como Girlane dos Santos Coelho, a mulher estava foragida desde a data do crime e compareceu a uma seccional da Polícia Civil acompanhada de um advogado.
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Até o fechamento desta matéria, não havia informações oficiais sobre a possibilidade de prisão ou se a suspeita seria liberada após prestar depoimento à autoridade policial.
O caso ganhou grande repercussão em Tucumã, Ourilândia do Norte e em toda a região sul do Pará, principalmente pelo fato de a vítima e a suspeita serem figuras bastante conhecidas nas duas cidades.
À época do crime, Girlane exercia o cargo de diretora de uma unidade de saúde em Ourilândia do Norte. Já Alexandre Araújo atuava no ramo da gastronomia, sendo dono de um restaurante bastante frequentado no município.
Como a principal suspeita permaneceu em local incerto por semanas, a Polícia Civil ainda não dispõe de detalhes completos sobre a dinâmica do homicídio nem sobre os motivos que teriam levado ao crime. Com a apresentação voluntária de Girlane, familiares, amigos da vítima, esperam que o caso seja finalmente esclarecido e que a Justiça seja feita.
O Crime
O homicídio ocorreu na Avenida Brasil, no centro de Tucumã. Alexandre Araújo foi encontrado dentro de seu veículo com um disparo de arma de fogo na nuca. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegaram a ser acionadas, mas o empresário já estava sem vida.
Logo após o ocorrido, testemunhas relataram que duas mulheres foram vistas próximas ao veículo pedindo socorro. Uma delas foi identificada pelas autoridades como Girlane dos Santos Coelho, que, segundo as investigações iniciais, mantinha um relacionamento amoroso com a vítima.
Desde então, a Polícia Civil do Pará passou a tratá-la como principal suspeita do homicídio e intensificou as diligências para esclarecer as circunstâncias do crime. Com sua apresentação espontânea em Marabá, o inquérito deve avançar para a fase de oitiva e aprofundamento das investigações, a fim de elucidar os fatos e responsabilizar os envolvidos conforme a lei.
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