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MEMÓRIA

O legado eterno: F1 e equipes homenageiam Senna após 32 anos

Categoria e escuderias como a McLaren relembram o tricampeão em data que transformou a segurança e a paixão pelo automobilismo mundial

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Imagem ilustrativa da notícia O legado eterno: F1 e equipes homenageiam Senna após 32 anos camera O capacete amarelo de Ayrton Senna, símbolo máximo de sua identidade visual, posicionado sobre o carro da McLaren. | Reprodução

O ronco dos motores na Fórmula hoje carrega um eco de saudade que atravessa décadas. Nesta sexta-feira, 1º de maio de 2026, o mundo do automobilismo interrompeu o ritmo frenético do calendário atual para prestar tributo a Ayrton Senna, cuja morte no Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, completa exatamente 32 anos.

Mais do que uma efeméride trágica, a data consolidou-se como um momento de reverência mútua entre equipes, pilotos e torcedores que ainda enxergam no brasileiro o padrão máximo de excelência do esporte.

As homenagens tomaram as redes sociais e os bastidores do GP de Miami, que ocorre neste fim de semana. A McLaren, equipe pela qual Senna conquistou seus três títulos mundiais (1988, 1990 e 1991), publicou uma mensagem enfática resgatando uma das filosofias de vida do piloto: "Ou você faz algo muito bem, ou não faz nada".

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A escuderia britânica reiterou que a busca obsessiva pela perfeição, marca registrada de Ayrton, continua sendo o Norte de suas operações até hoje.

A conta oficial da Fórmula 1 também se manifestou, afirmando que Senna permanece "para sempre em nossos pensamentos". O impacto do brasileiro na categoria é mensurável não apenas pelos números — 41 vitórias e 65 pole positions —, mas pela revolução na segurança das pistas iniciada após aquele fatídico fim de semana de 1994, que também vitimou o austríaco Roland Ratzenberger.

No Brasil, a data mantém sua força emocional. Personalidades e fãs compartilharam memórias de um tempo em que as manhãs de domingo eram sinônimo de união nacional. Adriane Galisteu, última namorada do piloto, publicou registros inéditos, definindo a ausência de Senna como "uma saudade que o tempo apenas transforma".

Paralelamente às homenagens digitais, a memória do ídolo ganha contornos físicos na Europa com a exposição "Ayrton Senna Forever". A mostra, que reúne carros históricos como a icônica Lotus preta e dourada e a McLaren MP4/4, reforça que, mesmo após três décadas, a marca "Senna" transcende o tempo, inspirando gerações de pilotos como Lewis Hamilton e Max Verstappen, que frequentemente citam o brasileiro como uma referência de coragem técnica e mística esportiva.

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