
Historicamente, os números estão a favor de Marabá. Já vivendo clímaxs econômicos como o da borracha, do diamante, do caucho e da castanha, nestes 112 anos, a Marabá do presente comemora números importantes que a fazem se destacar a nível regional, estadual e nacional.
Por exemplo, em número de empregos, Marabá se consolida como uma das cidades que mais geram emprego no Pará. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Caged, relacionado ao mês de fevereiro de 2025, Marabá está na quinta colocação, com 3.036 contratações e 2.539 desligamentos com saldo de 497 vagas.
Agora em termos de dados anuais, considerando o período de março de 2024 a fevereiro de 2025, Marabá se destaca ainda mais. Foram 31.947 contratações contra 29.018 desligamentos, com saldo de 2.292 vagas, ficando na segunda colocação do Pará, atrás apenas de Belém, com saldo de 16.372 vagas.
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Os maiores setores que abrem vagas em Marabá são a construção civil, o setor de serviços, o comércio e a hotelaria. Além disso, há empregos nas siderúrgicas, na mineração, na agropecuária e na chegada de soldados com a presença da 23ª Brigada de Infantaria de Selva, do Exército Brasileiro, localizada em Marabá. Obras como a construção da nova ponte sobre o rio Tocantins e a expansão da exploração minerária, agregam setores como o comércio, supermercados, restaurantes, rede hoteleira, turismo, táxis e transportes por aplicativo.
AGRONEGÓCIO
Outros números que colocam Marabá como destaque é o do agronegócio. O município já é o segundo maior produtor de gado do Pará, com 1.305.000 cabeças, atrás apenas de São Félix do Xingu, também na região sudeste do Pará, com 2,5 milhões de cabeças de gado. Os dados são da pesquisa Produção da pecuária Municipal (PPM) da Confederação Nacional dos Municípios.
De acordo com o pecuarista Maurício Fraga, presidente a Associação dos Criadores de Gado do Sul e Sudeste do Pará, Acripará, Marabá sempre esteve atrelada ao agronegócio. “No passado a extração da castanha-do-Pará foi muito importante e depois veio a pecuária que desenvolveu muito em Marabá”, declarou. “É o quinto maior rebanho entre os municípios do Brasil”, declarou.
Esse quantitativo aquece também a geração de empregos por conta dos frigoríficos que operam na região e até mesmo da exportação dessa carne, principalmente para a China e Israel. “Inclusive um frigorífico que está autorizado a exportar para a China que é o maior consumidor de carne do Brasil e exporta também para Israel e outros países”, enfatizou.
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